segunda-feira, 12 de agosto de 2013

o confuso lar onde o Rei resolveu morar

O mar agitado, a mente atordoada, um novo caminho (bom por sinal), uma nova chance, um momento singular! Ultimamente é assim que Liz e sua alma estão, em meio a um mar agitado com a mente totalmente atordoada, mas em meio a tudo isso um caminho novo para se trilhar uma chance que ela não esperava - mesmo as coisas parecendo meio confusas- e ainda assim tudo isso se torna um momento singular! Liz está confusa. Ela está tentando entender como resolvera certos problemas na sua vida, na verdade o problema maior de Liz é separar a sua alma das suas emoções, e logica humana. Pensa-se “e isso se separa?” e se percebe que se separa, mesmo que não se entenda como, mas se separa em alguns momentos. Liz estava fazendo muita coisa ao mesmo tempo, remando, guiando o barco, traçando o melhor caminho, pensando em como se livrar das tempestades, porém esse não era o que estava mexendo com Liz e sua alma, era algo mais profundo, algo que ela até tentava explicar, mas não conseguia! Liz e sua alma, aquela que também é conhecida como “morada de um Rei”, não sabia direito o que fazer. Estava meio confusa, afinal sua mente estava embrulhando tudo, não conseguia separar uma atitude racional do que os seus sentimentos e coração gritavam para sua alma. A trilha do barco estava correta, o caminho estava bem, mas aquela, que é morada de um Rei, Não sabia como remar algumas vezes, não conseguia planejar a sua trilha direito a cabeça de Liz estava confusa então ela parou sua mente por um momento e tentou conciliar. Liz e sua alma pediram ajuda para Aquele que Rei que habitava dentro dela. Liz se acalmou mais, conseguiu conciliar mais, as coisas ainda estão meio confusas, mas o Rei que habita em Liz trouxe paz a ela, aquele tipo de paz meio ilógica, o Rei não apresentou a solução, disse simplesmente para dar tempo ao tempo, pois as respostas viriam no tempo certo, no local certo daquele rio. O que Liz e sua alma passaram não era grande coisa, mas como sempre um Rei teve amor pelo seu lar, e isso é “engraçado” pois um Rei cuidou da morada não por causa do seu orgulho pessoal, mas porque amava o lugar que Ele chamava de lar!

terça-feira, 5 de março de 2013

A Alma de Liz - quando chega a tempestade

As coisas mudaram um pouco para Liz e sua alma. Liz cresceu, se tornou decidida e sua alma nunca esteve tão bem! Os Retalhas de sua alma cada vez mais se pareciam com o vestido lindo que deveria ser, alguns planos e projetos futuros pareciam se tornar finalmente realidade, os sonhos pareciam se tornar físicos. Liz trilhava o caminho ideal, no barco ideal e com o vento soprando na velocidade que tinha que soprar, ainda não tinha chegado no seu objetivo, mas cada vez mais se sentia mais perto daquilo que se tanto sonhou, porém sempre que você navega aprecem algumas tempestades, apesar que as vezes uma tempestade parece três em uma só! Liz começa a pensar que se ela tivesse navegado mais rápido ela não teria pego aquela tempestade, ou se tivesse sido mais paciente ela passaria por aquele local depois que a tempestade passou, se tivesse sido mais esperta teria conseguido se desviar da tempestade, Liz assim como todos nós nos esquecemos que a tempestade dá a graça da navegação, dá a alegria de finalmente chegar no porto que se chama de local seguro. Liz as vezes se questiona se fez algo de errado ao dono do vento e da chuva, se pergunta e fala “se fiz algo de errado nunca quis te magoar”, e começa a se perguntar se vale a pena lutar por tudo aquilo, porque na cabeça de Liz ainda se tem o pensamento que não se deve lutar por aquilo que não merece, aquilo que não vai trazer algo de bom de imediato. Por mais que Liz aparentemente tenha aprendido a lição ela percebe que por mais que a costura esteja forte, o vestido seja resistente a chuva as vezes molha, e encharca, Liz e sua Alma. Chega a um ponto que Liz não vê nada a sua frente, não consegue enxergar para que direção deve ir, e quando o chão do barco não se parece um lugar confiável para se estar se percebe que por mais que pareça impossível se tem que dar um passo para fora do barco e pisar na água, para o que parece a loucura aconteça, e a agua se torna um chão para se caminhar, pois o dono do vento e da tempestade está a alguns passos do barco, e por mais que a chuva não o deixe ver, Ele está logo ali. Liz espera mais um pouco e a tempestade se transforma em algo branco. O sol ainda não apareceu mas a chuva se transformou em neve, a neve nem sempre deixa você enxergar tudo que está ao redor, as vezes até atrapalha a visão que Liz ou você tem das coisas ao redor, mas você percebe que tudo ao seu redor se torna mais belo e por mais que não se entenda o porquê das coisas acontecerem, se consegue enxergar a beleza, mesmo que não se consiga avistar muito mais à frente. Liz e sua Alma ainda não sabem direito se passar pela tempestade é o melhor caminho para se chegar ao local chamado seguro, mas aprendeu que quanto maior for a tempestade mais difícil será dar os passos em direção ao Criador do vento e da tempestade, mas também será passos mais confiantes, do que nunca foram, quando eu finalmente decidir colocar meu pé dentro daquela água e simplesmente não afundar. Liz e sua Alma ainda tem muito a aprender com aquele que por amor deixa tudo cair ao redor mas deixa ela em pé.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Liz e sua alma, navegantes de um Rio

Liz e sua alma resolveu fazer uma viagem, elas pegaram um barco e adentraram em um rio. Era um barco simples sem luxo algum, cabia Liz e sua alma, e se bobear cabia o mundo inteiro incluindo eu e você. Ao navegar nesse Rio Liz teve algumas surpresas, ela conheceu pessoas novas, e aprendeu a olhar diferentes as pessoas que já era conhecida há muito tempo por ela. Ela conheceu amigos, no qual nunca imaginou que seriam amigos, ela se permitiu olhar nos olhos e confiar na amizade das pessoas, ela aprendeu a ouvir antes de um prejulgamento ela olhava nos olhos e não sentia raiva, sentia uma necessidade imensa de ajudar as pessoas. Era engraçado, pois Liz a cada dia que andava mais por esse Rio mudava sempre mais um pouco dentro de si, um rio que não tinha cercas e no qual qualquer um poderia navegar e se banhar nele. Liz parou para pensar e percebeu que não poderia limitar as pessoas que navegavam nesse Rio, na verdade ela queria todos navegando nesse Rio. No barco havia poucos, mas no Rio havia milhares e ela ajudava no que podia a cada um a navegar nesse Rio, e alguns ajudavam ela a navegar, pois por mais que Liz estivesse nesse barco navegando, a cada momento parecia novo para ela. A cada momento novo se crescia um mundo inteiro dentro de si mesmo. Alguns saíram do barco e navegavam no Rio com sem precisar da ajuda de Liz, e a cada momento ela aprendia mais como navegar naquele Rio, e cada vez mais conhecia detalhes novos desse Rio. Não se sabe se ela escolheu estar naquele Rio, ou se foi o Rio que resolveu a navegar, se sabe que depois daquele Rio coisas mudaram, conceitos mudaram Liz mudou! Aqule Rio tinha muitos nomes, que apesar de ir na mais profunda escuridão e nos becos mas sujos, um Rio que alegravam uma cidade, e ao mesmo tempo puxava pessoas que vivam na periferia desse Rio onde só tinha lama. Aquele Rio Liz aprendeu que seu nome era amor.