segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O vestido, o vento, a corda e o dono deles.

Liz, uma pessoa comum, igual a mim e a você! Liz tem uma alma, na verdade, Liz e sua alma são somente um. Liz há alguns anos tomou uma decisão, ir a uma direção contraria a tudo que ela imaginava que era logico, mas mais logico ainda é que quando você segue em uma direção você encontra coisas que você nunca tinha encontrado antes, o que estava as suas costas agora te impede de seguir. Funciona mais ou menos assim, o vento que te impulsionava a seguir a um caminho é o vento que agora te joga contrario a direção que você deveria seguir. Em direção ao dono do vento. Liz e sua alma com o tempo pensaram que “tinham pegado o jeito” da coisa, de caminhar em direção contraria ao vento que aparentemente a impedia, até dava conselhos de como seguir em direção contraria ao vento, bem, o vento ficou mais forte. Liz não era alguém forte como ela achava, e existia uma corda, que era o que fazia seguir em frente, só que às vezes esquecemos - igual a Liz - a corda, e vamos contra o vento, sem achar que o vento nos impediria de algo, até que a única maneira de seguir é confiar que a corda é a única maneira de Liz e sua alma sobreviver, a alma de Liz ainda mandava Liz confiar na corda, mas , meu Deus, como era difícil para Liz confiar naquela corda, como era difícil para Liz acreditar que essa corda não arrebentaria, na verdade o dono da corda, e do vento, parecia que dificultava você confiar na corda, pedras vinham, pessoas te impediam, pequenas pedras fazia Liz tropeçar, era tão difícil confiar que ia dar certo, era tão difícil para Liz confiar naquele que com pequenas pedras estava rasgando pequenos pedaços do vestido da sua alma, mas a questão nunca foi essa, o porque de Liz seguir o caminho contrario ao vento nunca foi a facilidade de seguir naquela direção. Liz tinha esquecido esse detalhe, vestígios da sua alma, ainda lembrava. Não era porque era fácil seguir em direção contraria ao vento, a felicidade não vem por causa da facilidade, a felicidade vêm pelo amor ao dono da corda e do vento. O dono do vento e da corda queria que o vestido da alma de Liz fosse resistente, o dono do vento e da corda sabia que o vestido não era resistente, Ele não precisava testar para vê se aguentava, mas Liz tinha esquecido esse detalhe, e enquanto Liz esquecesse isso o vento sempre viria forte, e as pedras sempre rasgariam o vestido. Liz não poderia dizer como seguir em direção contraria ao vento se ela esquecer o que é seguir em direção contraria, ela jamais poderia dizer para você confiar na corda se nunca tivesse experimentado ter que confiar na corda, e só na corda, pelo menos uma vez. O vestido da alma de Liz estava um pouco rasgado, mas ele ficaria inteiro de novo, provavelmente ele vai rasgar de novo, mas o vestido fica cada vez mais forte, e finalmente Liz aprendia mais sobre si mesmo. O dono do vento e da corda ama Liz profundamente, e sabia que Liz aguentaria, mas Ele queria mostrar para Liz que apesar de ter o vestido rasgado ela iria se recuperar e estaria ainda mais forte para levar outras pessoas com trapos como alma há um dia vestirem um lindo vestido, construído pelo dono do vento

Retalhos de uma alma que é costurada

Faz um pouco mais de um ano que Liz e sua alma apareceram pela ultima vez em algum canto em letras, queria dizer que a alma de Liz mudou! A alma de Liz envelheceu, foi um ano, mas parece que fazem dez anos. Como um pano retalhado e costurado que a alma é amadureceu, mudou, reconheceu os erros da costura, que sabe que não é problema do costureiro, mas sim do tecido que é sua alma, e a cada dia aprendeu a lidar com isso e há mudar um pouco em relação a certas opiniões. Liz e sua alma a cada dia percebe que se aproxima mais para o proposito no qual foi foram feitos, a cada momento percebem que está sendo preparado para o grande dia que nasceu no coração do costureiro de retalhos que começou a costurar Liz e sua alma, que era apenas retalhas e a cada dia se aproxima de um lindo vestido! A cada momento que se passava a costura era aprimorada, não que o costureiro se aperfeiçoou com o tempo, Ele já era perfeito como costureiro, mas parece que o tecido que é a alma de Liz ficou mais firme, e aguenta costuras mais firmes. Os retalhes não se rasgavam por qualquer coisa, e a cada dia, o que parecia ser pedaços separados de retalhos, foram tomando uma forma uniforme. Liz se olha no espelho e não consegue mais ver os retalhos da sua alma em separado. Cada pedaço de retalho tem um valor especial na construção que sua alma representa. Cada retalho está levando Liz para um caminho, até um pouco diferente que era imaginado, aquela sensação que finalmente as coisas tomam forma, e tudo parece mais claro. Percebe-se que o retalho no canto esquerdo serviu para fazer a alma de Liz um vestido mais forte, aquela parte mais em cima dá beleza a alma de Liz, aquele outro faz com que Liz seja uma pessoa mais amadurecido, e então o que parecia apenas pano começa a ter um proposito! Porque cada retalho da nossa própria alma tem um significado. Cada momento nos fez amadurecer, aprender nos fortalece, chegar até aqui não foi fácil, e dar o próximo passo na costura de um retalho, que não queremos no nosso tecido pode até parecer ruim, mas tem uma função que mais tarde você percebe que é única! Assim como está chegando o dia que a “concha de retalhos”, que era a alma de Liz, finalmente se aproxima do verdadeiro proposito, nossas experiências e costura da alma é Deus nos aproximando para os planos d’Ele, o costureiro sabe o que faz, e nem que Ele transforme todo o tecido que você acha o mais belo, e o transforme de novo em retalhos, para se fazer um vestido melhor Ele irá fazer! Liz e sua alma a cada dia se aproxima do seu proposito, e quando esse momento chegar finalmente será percebido que cada detalhe dos retalhos. que agora é a própria alma de Liz por inteira, foram feito para aquele momento, vai se entender o porque a costura que o costureiro faz é boa, perfeita e agradável!

Os remendos da alma de Liz

Faz muito tempo que não escrevo nada por aqui, não sei se é falta de tempo ou simplesmente disposição e coragem para colocar tudo em letras novamente, mas eu preciso escrever. Nessa volta eu queria escrever sobre alguém que gosto muito de escrever, e que de certo modo, marcou muito essa caminhada nesse blog, vou falar um pouco como anda Liz e sua alma. A alma de Liz estava em paz, parecia impossível, mas ela estava em paz. A alma de Liz encontrou alguém para compartilhar os retalhos do seu vestido, alguém especial que se parecia muito com o seu pano. A vida de Liz estava bem, ela não tinha do que reclamar. Então as pessoas começaram a ver algo na alma dela que ela sabia que não existia. O vestido que era a alma de Liz foi sendo mostrado pelas lojas do mundo, como se ele tivesse algum valor, mas Liz e sua alma sabia que o vestido da sua alma não era tão valioso quanto algumas pessoas achavam, e a alma de Liz sentiu medo, sim medo. Medo de não ser aquilo que as pessoas esperavam, ou de não ser capaz de corresponder todos os planos que queriam que a alma de Liz realizasse, na verdade ela sabia que não conseguiria, ela sabia que seu pano era frágil, e que não tinha todo esse valor, a alma de Liz só esqueceu por um momento que o importante não é o pano de sua alma, mas sim o costureiro que construiu o vestido. Às vezes as nossas almas se sentem incapazes de realizar certas tarefas, ou de não realiza-la, nós sabemos quem somos, sabemos que somos frágeis. Tem almas que pensam que seu tecido é mais valioso que qualquer um, e pensa que eles nunca rasgarão, outros tem tanto medo de rasgar o vestido, que é sua alma, que não se arrisca a viver tudo aquilo que este planejado, nisso tudo se esquece de quem é o costureiro do vestido que se compõem nossa alma. O nosso costureiro é o que nos faz suportar os puxões as amostras e tudo isso, Ele sabe do material que somos feitos e nos mostra que damos conta de mais do que aguentamos, justamente porque o costureiro nesse caso faz toda a diferença. Medos sempre existirão, angustia de saber se você consegue aguentar ou não elas sempre vão existir, mas a diferença é justamente que você sabe que não aguenta, o seu alicerce não é o seu material é a linha do costureiro que une todo o tecido.

Anatomia da alma de Liz

Há algumas coisas que preciso falar sobre uma pessoa chamada Liz. Era uma pessoa que tinha duvidas, e medos, na verdade acho que até já falei muito sobre Liz, mas é que ela precisa ser explorada mais. Liz não se limitava a entranhas e medulas, Liz não se limitava simplesmente a reações químicas que seu cérebro faz, ou a sua estatura e o quanto sua mente pode alcançar. Liz tinha idéias e pensamentos, tinha medos e angustias tão profundos que é de se arrepiar se fossemos adentrar, na verdade Liz tem tudo que qualquer um de nós tem. Liz não se limitava a apenas tudo isso, Liz tinha uma alma, e sua alma tinha uma anatomia própria. A anatomia da alma de Liz era tão complexa, mas tão complexa que se eu fosse descrever talvez passasse anos te explicando, porém ela é tão complexa quanto à alma de qualquer um de nós que lê esse texto. A alma de Liz se resumiria a união de todos os sonhos e pensamentos, de todo seu relacionamento com Deus, lógico é apenas um resumo, a alma de Liz é muito mais grandiosa que isso, e talvez muito menor que tudo isso. Liz era uma pessoa que demonstrava Deus com gestos e palavras, Liz era alguém que amava o próximo, bem mais do que a maioria de nós e bem menos do quer se realmente deve amar. Como qualquer pessoa ela era egoísta, e acreditava em seus próprios interesses, se perguntava a Deus se ela merecia certas coisas, se aquilo realmente era o melhor de Deus. Então a anatomia da alma de Liz então em choque quando ela percebeu que seu espírito e seu corpo eram pessoas distintas, que juntos é que fazia sua alma, e aquele que fosse mais nutrido seria aquela pessoa que definiria sua anatomia para sempre. O corpo de Liz era egoísta, pensava em seus prazeres, queria ser reconhecido pelo seu esforço, queria que o notassem, na verdade tudo que o corpo de Liz queria era ser o primeiro em tudo e muito mais! O espírito de Liz era diferente, era livre de “coisas”, queria amar o próximo com tanta intensidade que machucaria o próprio corpo se necessário, ele não importava em ser visto, ser visto era conseqüência, o espírito de Liz se entregava totalmente, não importando o preço! Podia tirar a casa do espírito de Liz, pois ele sabia que habitava em Deus! A alma de Liz era a junção desses dois seres, é mais ou menos assim que se misturava sua anatomia, a anatomia da alma de Liz não é diferente da alma de nenhum de nós, nossas almas são assim a junção do nosso egoísmo e auto-suficiência com o amor incondicional de Deus, aquilo que alimentarmos vencerá em nós, se nós estamos dispostos a nos entregar por amor ao próximo demos vazão a nosso espírito, e não se faz isso para aparecer, faz isso porque simplesmente é o seu natural amar o próximo, é seu natural o bem de todos, é seu natural até mesmo sacrificar o que mais se custa, o nosso corpo e desejos bobos, por amor a Deus e ao próximo. Nos entregamos como sacrifício vivo ao altar de Deus, nossa alma a junção de tudo se entrega como sacrifício vivo perante o altar, talvez com a motivação errada, talvez entregamos nossas almas por achar que só assim Deus nos escuta entregamos nossos almas com a motivação do nosso corpo simplesmente pela vontade de aparecer, ou entregamos nossas almas pela motivação do nosso espírito, por amor, por realmente querer agradar a Deus. Liz estava na sua duvida mais tremenda, o pano que era sua alma estava em duvida se fazia o que o espírito clamava, ou se fazia o que seu corpo mandava. A anatomia da alma de Liz não se diferencia em nada a nossa, na realidade a alma de Liz se mistura até mesmo com a minha e faz essa confusão que me faz pensar, o que Liz deve fazer é na verdade o que eu devo fazer. Se entregar realmente a vontade de Deus nunca é fácil, nunca vai ser fácil para a nossa alma. Não pense que é mais difícil para você do que para os outros se entregar, não pense que para Liz é mais fácil do que para os outros, nunca ache que é tão fácil realmente se entregar como sacrifício. A anatomia da nossa alma sempre acha que nossos prazeres são mais importantes que tudo, e se ofertar realmente como sacrifício a Deus é saber que mesmo que arranquem sua língua você continuara adorando a Ele, é mesmo sabendo que amputem suas mãos a nosso alma o continuara sentindo, é sabendo que mesmo tirando a nossa casa n’Ele você tem onde morar. A decisão da alma de Liz eu deixo com vocês. A anatomia dela é a mesma que a sua então deixo para você que está lendo esse texto se sua alma assim como a de Liz de ser entregue como sacrifício, o que te pergunto é bem simples, porém difícil. Se viessem te pedir a sua vida hoje, a sua alma seria um bom sacrifício?

Alma de Liz: Eu tenho uma alma!

“Eu tenho alma”. Liz todos os dias clamava para o seu reflexo no espelho e dizia que tinha uma alma. A alma de Liz não era algo muito belo de se ver, mas, ela tinha tanta certeza que tinha uma alma, que aquilo a alimentava todos os dias. Liz sabia que não era qualquer uma, sabia que sua alma era suja, e nem o melhor sabão em pó poderia tirar toda aquela sujeira, porém, Liz sabia que existia Alguém que daria tudo, e que deu Seu filho como prova disso, somente porque a amava tanto e queria lavar sua alma. Liz todos os dias olhava no espelho e gritava para si mesma: “EU TENHO ALMA!”. Liz não sabia direito o valor de sua alma, como disse, Liz não era uma dessas pessoas muito inteligentes. Liz tinha um coração sincero e admitia quando errava. Liz sabia que sua alma suja precisava ser limpa e sabia que existia uma maneira, só que ela não entendia direito, até sabia que Deus a amou tanto que limparia sua alma, mas como ela iria fazer para a alma dela, na qual ela tanto gritava para si que tinha, iria ser limpa? A alma de Liz se sentia indigna de tamanho privilégio; ela não se achava linda o suficiente, achava, na verdade, que precisava de mais tempo para se limpar. Mas, para o sangue de Cristo poder limpá-la, o que na maioria das vezes ela não notava, só existia uma maneira e era com o sangue do filho de Deus. Liz gritava todos os dias no espelho “EU TENHO ALMA!”; ela gritava porque a alma dela a fazia se sentir alguém, mesmo ela sendo suja e meio “burra”, ela se sentia alguém quando afirmava para si que possuía alma. Então Liz resolveu fazer algo inesperado. Liz resolveu escrever uma carta para Deus transmitindo tudo que sua alma dizia, dos seus medos e decisões, do que ela sentia e até mesmo o que ela não sentia. Liz fez algo único. Ela tentou traduzir em palavras uma língua que jamais foi falada. A língua que ela queria falar era a linguagem da sua alma! Por um momento Liz escreveu em sua carta seus problemas emocionais e quantas vezes seu coração foi machucado. Liz escreveu cada palavra que sua alma gritava dentro dela e, pediu perdão, na verdade ela implorou, para que todos os rasgões que o “pano” da sua alma sofreu fossem costurados, e que finalmente sua alma fosse realmente limpa e tratada. A carta chegou a Deus, e ela foi imediatamente traduzida, e o que parecia páginas e páginas, na verdade se resumiu em duas frases “Pai, te amo. Pai preciso de você!”. Não quero dizer que isso foi o que realmente Liz escreveu, na verdade era o que realmente Liz queria dizer, isso era o que sua alma queria dizer. A alma de Liz, que era suja e rasgada, hoje se tornou o mais belo dos vestidos e quando Liz olha para o espelho agora, ela fala: “Eu não tenho uma alma, minha alma é de Deus, o que tenho é um Deus.” Escreva cartas de amor para Deus, e não espere que Ele leia suas palavras, espere que Deus entenda o que você realmente quer dizer.

A alma de Liz 1

Hoje queria contar uma historia para vocês a historia da minha amiga Liz e sobre sua alma. A alma de Liz era tão complexa quanto um quadro cheio de giz, tão bela quanto o céu e tinha mais palavras complicadas que um dicionário cheio de papel. A alma de Liz passava por momentos que somente o coração dela diz, e tinha uma beleza tão singular que honestamente com palavras não sei falar. A alma de Liz não sabia como se sentir, era bela, mas era suja, e dentro dela carregava uma grande amargura, tão impenetrável que parecia que ela estava de armadura. Deus viu algo que ninguém nunca viu na alma de Liz, Ele viu mais que uma beleza que não existia, e muito mais que uma ciência grandiosa. Ele viu em Liz simplesmente sua alma. Deus disse que não precisava de palavras belas, nem coisas complicadas, Deus amou Liz porque seu coração era sincero, não porque ela não errava, mas porque ela sabia quando errava e não queria mais errar. O coração de Liz não era dos mais bonitos, às vezes mentia para si mesmo e se deixava sujar por besteira, não era bonito de se ver, mas Deus a amava, e não me pergunte o por que! Para limpar o coração e alma de Liz Deus pensou numa solução, resolveu dar o seu filho por amor a ela, não porque ela merecia, mas porque Deus amava tanto Liz que queria sua alma limpa e precisa derramar o sangue do filho d’Ele para a alma de Liz ficar tão alva quanto à neve. Como Liz reagiu a isso? Só você pode me dizer, eu juro que metade de Liz amou tanto o gesto de Deus que se entregou por completo e mesmo sabendo que às vezes ia errar ela sabia que sua alma estava lavada. A outra metade de Liz não ligou para o que Deus fez, preferia ficar com a alma suja, não via necessidade de lavar a alma, para essa parte dela a alma já estava limpa o suficiente, e não queria o filho de Deus como aquele que a lavou, para ela só ela poderia lavar sua alma. O quero te perguntar sobre minha amiga Liz é o seguinte, em qual lado da alma de Liz você se encaixa? Na que precisa de Deus para ser limpa ou na que se acha auto-suficiente?